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19Mai

Radix se diferencia com projetos de segurança cibernética no contexto da Indústria 4.0

Empresa de engenharia e desenvolvimento de software é uma das poucas do mercado que resistiu ao ataque cibernético que assustou o mundo e atingiu mais de 300 mil computadores.

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Investir em cybersecurity ou segurança cibernética, em português, é uma das práticas da Radix desde 2010. Com o passar do tempo, a empresa de engenharia e desenvolvimento de software foi empregando em suas soluções no setor de Defesa e em Indústrias de Infraestrutura Crítica as tecnologias da Indústria 4.0. Na última semana, empresas do mundo todo sentiram na pele um dos maiores ataques cibernéticos da história: o “WannaCry”, “Vontade de Chorar”, em português.

De acordo com o especialista da Radix Lincoln Bastos, o vírus é uma bomba virtual que se apropria dos arquivos: “Ele se aproveitou de uma falha do Windows para bloquear o acesso aos documentos do usuário e, assim, pedir dinheiro por meio da moeda virtual “bitcoin”. Após o pagamento, os arquivos seriam desencriptados. Caso a vítima se recusasse a fazer o pagamento no prazo estipulado, seus arquivos seriam apagados”.

Mais de 300 mil computadores atingidos em mais de 150 países. A Radix foi uma das poucas empresas que resistiram ao ataque e Bastos reforçou o trabalho técnico da equipe de TI da companhia: “Atualizamos o sistema, investimos em tecnologias e soluções seguras de combate e a nossa equipe de TI trabalhou de plantão durante o final de semana para garantir que o vírus não atingisse nossos processos”.

A Radix trabalha com soluções de segurança cibernética no contexto da Indústria 4.0 em ambiente operacional, tecnologias de criptografia para o mercado financeiro e cases de sucesso desenvolvidos em empresas de Infraestrutura Crítica.  Durante a LAAD Defence & Security, maior feira de Defesa e Segurança da América Latina, a Radix reafirmou sua presença com os atuais clientes das Forças Armadas e impressionou os potenciais clientes com as mais novas tecnologias do setor. Visitaram o estande da Radix personalidades como comandantes da Marinha e Força Aérea dos EUA, Exército da Alemanha, Marinha do Canadá e alto comando da Aeronáutica do Brasil.

Segundo Bastos, não levar em consideração investimento em segurança cibernética não é mais uma opção: “As empresas não estão imunes e este foi um dos primeiros ataques. Em mãos erradas, tecnologias podem gerar grandes desastres e precisamos estar cada vez mais preparados e fortalecidos”.